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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Sexta-feira)
Sexta, 12/02/2016

A multidão de visitantes em Macau é um tema transversal em grande parte das primeiras páginas dos jornais locais, assim como os desenvolvimentos sobre a recuperação do pavilhão que ardeu no Templo de A-ma. Em Hong Kong, os diários realçam as acusações aos alegados participantes no motim de Mong Kok.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O jornal Ou Mun publica fotografias das multidões de turistas que poderiam ontem ser encontradas em certas partes de Macau, como as Portas do Cerco ou a baixa da cidade. O jornal fala em 400 mil visitantes. Na primeira espaço ainda para as previsões da polícia que espera alargar até domingo as medidas de controlo da multidão.

 

O Va Kio vira atenções para o incêndio no Templo de A-ma: “Governo acredita que templo pode ficar bem recuperado”. O diário acrescenta que embora a estrutura principal do edifício na parte queimada possa ficar pronta em cerca de três meses, o pavilhão só vai estar totalmente recuperado num ano.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A Ou Mun Tin Toi diz que as escolas primárias voltam a participar este ano no teste do Progresso no Estudo Internacional de Leitura e Literacia (PIRLS, na sigla inglesa). A rádio está a transmitir declarações da directora dos Serviços de Educação e Juventude que diz que as notas não vão ser divulgadas publicamente. A ideia é apenas perceber o nível de compreensão de texto e de leitura dos alunos do 4º ano.  

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Hoje Macau foca a declaração do representante local na Conferência de Paris sobre as mudanças climáticas: “Macau não avança na protecção ambiental”. Através dos signos, o matutino diz nesta edição “o que traz o macaco”. Numa chamada de capa, referência ainda para os “lucros com sabor agridoce” do Novo Banco Ásia.

 

O Jornal Tribuna de Macau diz no título principal “centro para idosos precisa de mais de 100 profissionais”. O novo complexo em Seac Pai Van deverá estar concluído no final de 2017, adiantou ainda ao JTM o secretário-geral da Caritas. No destaque fotográfico o título é  “multidões sob controlo”.

 

A manchete do Ponto Final é feita com uma entrevista a Konstantin Bessmertny: “Macau, o refúgio perfeito do artista”. Para o Outono está prevista uma retrospectiva do artista russo, radicado no território, no Museu de Arte de Macau. “Multidões sob controlo”, lê-se também na primeira deste jornal - Macau recebeu quase meio milhão de visitantes desde sábado passado.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily titula “teste decisivo ao jogo foi positivo no Ano Novo Chinês”. É este o sentimento geral das operadoras de jogo que esperam uma recuperação das receitas e dos números daqui em diante. Noutro título, o diário económico escreve “sorrisos de Ano Novo”, a propósito do aumento de 5,2 por cento dos visitantes, comparando com o mesmo período do ano passado.

 

No Macau Daily Times lê-se “activistas enfrentam acusação de motim na sequência dos confrontos em Hong Kong”. Em grande plano está ainda a fotografia da parte queimada do templo A-Ma com o diagnóstico do Instituto Cultural “estragos não são irreversíveis”.

 

O Macau Post Daily faz manchete com este assunto, mas sublinha que “reparação vai levar um ano”, segundo o Governo. Este jornal destaca ainda a notícia de que um residente foi detido por abusar sexualmente de adolescente que estaria inconsciente.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily faz uma reflexão sobre o novo ano e escreve que “traços de conflitualidade são característicos do Macaco”. Noutro destaque, o jornal oficial chinês diz que o primeiro paciente infectado com Zika na China está a recuperar.

 

A manchete do South China Morning Post é “suspeitos de motim barrados de algumas áreas de Mong Kok”. Outro título é feito com o mercado financeiro de Hong Kong: “acções tiveram o pior começo de ano novo lunar desde 1994”.

 

O Standard titula “36 acusados de motim”. Este jornal publica ainda fotografias dos suspeitos dos distúrbios de Mong Kok a deixarem o tribunal. Cordão humano feito por apoiantes ajudou-os a saírem do tribunal.