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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (quarta-feira)
Quarta, 03/02/2016

O protesto e a decisão judicial sobre o Pearl Horizon, e os planos para a saúde estão em destaque nos jornais desta quarta-feira.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun publica na primeira página um texto sobre a deslocação de Alexis Tam à Assembleia Legislativa: o secretário para os Assuntos Sociais e Cultura esclareceu que a Academia de Medicina ficará na dependência dos Serviços de Saúde. Espaço ainda para fotografias e uma notícia relativas a um acidente que envolveu três viaturas, perto do Aeroporto Internacional de Macau.

 

O Va Kio opta por puxar para a capa pelo protesto protagonizado pelos compradores do Pearl Horizon: as fotografias mostram pessoas sentadas no chão e polícia de choque.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A Ou Mun Tin Toi tem estado esta manhã a dar conta ainda da decisão do Tribunal Administrativo acerca da Polytec. Do alinhamento da emissora fazem também parte várias notícias sobre o património de Macau: o presidente do Instituto Cultural, Guilherme Ung Vai Meng, foi o convidado de hoje do programa de antena aberta da rádio.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Jornal Tribuna de Macau escreve no destaque fotográfico que “Caso Pearl Horizon ‘invade’ DSSOPT”. Na manchete, “Multas por abandono escolar chegam à Assembleia Legislativa em 2017”.

 

“Tempo de vacas gordas”, lê-se no Hoje Macau, sobre a assistência a doenças mentais, que vai duplicar. No topo da página, a acompanhar uma fotografia de Cristina Branco, o título “Fado idealista em Macau”.

 

Quanto ao Ponto Final, elege para tema principal da edição a saúde: “Médicos portugueses com via aberta”. Noutro destaque, os negócios: “Um baú de oportunidades”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily puxa para as gordas pela decisão do Tribunal Administrativo que não deu razão à Polytec: a construtora do Pearl Horizon tinha pedido o prolongamento da concessão do terreno. Com direito a fotografia, os números do sucesso do parque Chimelong.

 

Quanto ao Macau Daily Times, explica na manchete que os preços das propriedades de Hong Kong atingiram o valor mais baixo dos últimos 25 anos. Chamada também à primeira página para um texto sobre um livro acerca de Gary Ngai, uma “testemunha da história” de Macau que diz que o mundo pode aprender com o território.

 

Já o Macau Post Daily opta por uma manchete semelhante ao Business Daily, mas publica uma fotografia de compradores “muito chateados” que decidiram protestar na rua, ao sentarem-se junto às Obras Públicas. O jornal publica ainda na capa a história de uma mulher de Macau que foi vítima de uma burla, que envolve alguém que se fez passar por um soldado norte-americano estacionado no Afeganistão.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

Em foco no China Daily estão as novas medidas do Banco Popular da China para dinamizar o mercado imobiliário do país: a entrada foi mais uma vez reduzida, agora para 20 por cento do valor do imóvel. A acompanhar uma fotografia, um texto sobre uma visita do primeiro-ministro Li Keqiang a uma mesquita na região autónoma de Ningxia Hui.

 

O South China Morning Post dá destaque ao comércio nas zonas centrais de Hong Kong: desde 2003 que não havia tantas lojas a encerrar a actividade. O matutino conta ainda que há solteiros em Hong Kong que estão a contratar acompanhantes para evitarem a pressão dos pais nas reuniões familiares que acontecem agora por altura do ano novo chinês.

 

Por último, o Standard, que continua a acompanhar a discussão em torno do financiamento da linha de alta velocidade da MTR, um assunto que tem gerado muita polémica entre o Governo e o Conselho Legislativo.