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Caso das campas: “Não houve extravio de documentos”
Sexta, 28/10/2011
A Chefe do Gabinete da Secretária para a Administração e Justiça, Florinda Chan, e o presidente do Conselho de Administração do Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais (IACM), Raymond Tam, defendem que a afirmação do deputado Au Kam San, sobre o chamado “caso das campas”, de que “alguns dos documentos considerados essenciais tinham sido extraviados”, “não corresponde à verdade”.

Em resposta a quatro interpelações dos deputados Au Kam San, Ng Kuok Cheong e José Pereira Coutinho, relativas ao caso das sepulturas, defende-se que, depois de uma reclamação relativa ao pedido de sepultura apresentada por um cidadão, o Gabinete da Secretária para a Administração e Justiça solicitou, em Março de 2010, ao IACM, o envio de documentos em causa e a devida informação.

Mais tarde, em Abril de 2010, os mesmos documentos foram devolvidos pelo Gabinete de Florinda Chan ao IACM, esclarece a resposta, que lembra as conclusões do Comissariado Contra a Corrupção sobre este caso: a secretária “não tem o poder de autorizar a atribuição de sepulturas” e que “não há condições, na presente fase, para comprovar a prática de abuso de poder por parte da entidade tutelar”.