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APOMAC quer ser complemento aos Serviços de Saúde
Segunda, 01/02/2016

A Associação dos Aposentados, Reformados e Pensionistas de Macau (APOMAC) pretende alargar os serviços de saúde que presta, como forma de aliviar a pressão sobre o Centro Hospitalar Conde de São Januário. Além de direccionar os cuidados para os cerca de mil associados, o plano passa por atender pessoas referenciadas pelo sistema público.

 

“Os Serviços de Saúde, de facto, têm aquilo muito apertado. Está tudo a rebentar pelas costuras. A APOMAC não se importava de ser considerada como um centro de saúde de uma organização não-governamental, que presta serviço ao público, referenciado pelo hospital. Temos um fisioterapeuta que se formou em Portugal, tem um mestrado em Hong Kong e fala as três línguas [chinês, português e inglês]. Penso que podemos fazer um bom trabalho”, considerou o presidente da assembleia-geral da APOMAC, Jorge Fão, à margem de uma visita de Alexis Tam às instalações da associação.

 

Para alargar os serviços, que além de fisioterapia incluem clínica geral, a APOMAC pretende ocupar mais um piso do edifício. O pedido não é novo, mas foi outra vez reforçado junto do secretário para os Assuntos Sociais e Cultura.

 

“Não vai ter um custo elevado. Este espaço, como o superior, é do estado. Portanto, os custos são mínimos. Agora, evidentemente, temos de contratar pessoal”, sublinhou Jorge Fão, que faz questão de lembrar que o Governo já contrata serviços a outras entidades e instituições, como é o caso da Federação das Associações dos Operários de Macau.

 

Os novos planos da APOMAC na área da saúde passam por disponibilizar cuidados de estomatologia e medicina tradicional chinesa. Aos jornalistas, Alexis Tam disse que o pedido vai ser estudado.