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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (quarta-feira)
Quarta, 30/12/2015

Um novo tipo de burla pelo telefone e a revisão da lei eleitoral para a Assembleia Legislativa são temas em destaque nos jornais locais. A imprensa de Hong Kong olha para norte e para a poluição em Pequim.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun e o Va Kio têm o mesmo assunto na manchete: um novo esquema de burla por telefone. Para já, fez uma vítima, uma estudante que perdeu 160 mil patacas. Não há ainda qualquer suspeito detido.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A Ou Mun Tin Toi tem estado a contar que só em 2016 é que o Governo vai apresentar uma proposta de revisão da lei eleitoral para a Assembleia Legislativa. A nova meta é assumida pelos Serviços de Administração e Função Pública. Outro tema da manhã informativa: os constrangimentos que as administrações dos condomínios dizem estar a sentir por causa do salário mínimo para os seguranças e pessoal da limpeza.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Jornal Tribuna de Macau escreve na manchete que a venda a retalho “sofreu fortes quebras no Natal”. Apesar do número de turistas ter aumentado nessa semana, os proprietários das pequenas lojas do território queixam-se de quebras expressivas no volume de vendas, nalguns casos atingindo os 50 por cento. No destaque com imagem, o matutino conta que “polícias aprendem línguas, etiqueta e história”.

 

“Paredes de vidro”, lê-se no Hoje Macau, sobre a promessa do director das Obras Públicas de transparência total. De três em três meses, será apresentado um relatório das despesas efectuadas. Li Canfeng garante também que conta com os deputados para avaliarem regularmente as decisões que toma. O destaque fotográfico do jornal faz referência à diversificação económica: “Restrições a não-residentes dificultam vida das PME”.

 

Quanto ao Ponto Final, explica que “revisão da lei eleitoral só no próximo ano”. Chegou a ser dada como certa este ano pela secretária para a Administração e Justiça, Sónia Chan, mas os trabalhos preparativos não ficaram prontos em tempo útil. Outro título remete para uma entrevista ao cabo-verdiano Mário Lúcio, o “ministro com todo o tempo do mundo”.

 

Hoje, é excepcionalmente publicado O Clarim, que puxa para a manchete pela Jornada Mundial da Juventude: “À procura dos que estão cheios de misericórdia”. O semanário católico perspectiva ainda 2016, com o título “Mais população, menos privado”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily escreve no título principal “luta por terrenos valiosos”. A Transmac procura apoio legal por causa da decisão do Governo de declarar inválida a concessão de dois terrenos à operadora de autocarros. Numa das chamadas de primeira página, o económico fala da “longa espera” a propósito das telecomunicações – já passaram 10 anos desde que o Governo sugeriu a convergência de redes.

 

Quanto ao Macau Daily Times, a manchete diz que vão ser “tornados hoje públicos os relatórios sobre as últimas eleições” para Assembleia Legislativa e para o Chefe do Executivo. O destaque fotográfico é feito com Guantánamo: “na próxima semana vão sair desta prisão os primeiros de um total de 17 detidos a serem libertados”.

 

Já o Macau Post Daily tem como notícia principal o aviso da polícia sobre um novo esquema de burla por telefone – uma estudante foi enganada e perdeu 160 mil patacas. Nesta edição, o jornal destaca ainda um estudo inglês que conclui que “fumar faz mal aos animais de estimação”.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

Em foco no China Daily está a poluição em Pequim: há pais a juntarem dinheiro para comprarem filtros de ar para as escolas dos filhos. Em grande plano também está mais um caso de alegada corrupção: um antigo alto funcionário do sector energético é acusado de ter recebido subornos no valor de 32 milhões de dólares.

 

O South China Morning Post dá destaque a um caso de polícia: um portador de deficiência mental terá sido enganado por um dos principais ginásios de Hong Kong. O homem foi levado a assinar contratos e empréstimos que resultaram num prejuízo de 700 mil dólares de Hong Kong. A manchete faz-se, no entanto, de outro assunto: a poluição em Pequim.

 

Por último, o Standard, que tem como notícia principal da edição de hoje o caso de um ministro australiano que pediu ontem a demissão, na sequência de acusações de conduta inapropriada num encontro nocturno que teve com uma mulher em Hong Kong.