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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (terça-feira)
Terça, 29/12/2015

 

A descida do número de turistas em Novembro está em foco em grande parte dos jornais de Macau. Em Hong Kong, a imprensa destaca o acordo alcançado entre a Coreia do Sul e o Japão sobre as escravas sexuais do tempo da ocupação nipónica.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun tem como tema principal da edição de hoje a queda do número de visitantes registada em Novembro – apesar do Grande Prémio e da Feira de Gastronomia, chegaram a Macau menos 7,6 por cento de visitantes do que no ano anterior.

 

O Va Kio conta na manchete a história de uma mulher que diz ter sido enganada por outra que lhe prometeu um emprego, uma burla que terá lesado a vítima em 120 mil patacas.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A Ou Mun Tin Toi tem estado esta manhã a dar conta da reacção do secretário para os Transportes e Obras Públicas ao relatório do Comissariado contra a Corrupção sobre a não declaração da caducidade das concessões de terrenos.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“Subsídios em numerário caem para metade” é a manchete escolhida pelo Jornal Tribuna de Macau: o Instituto de Acção Social reviu a forma de atribuição de apoios financeiros, depois de um relatório muito crítico do Comissariado da Auditoria. O destaque fotográfico é feito com a Confraria da Gastronomia Macaense que “quer integrar plano para as Casas-Museu”. Já o título da coluna diz que “Governo acelera declarações da caducidade de lotes”.

 

“Patrões negros”, lê-se no Hoje Macau. O Governo impôs um salário mínimo para os trabalhadores de limpeza e segurança, mas os patrões optam por despedir. Espaço também na primeira página do jornal para uma chamada sobre Hong Kong, onde jornalistas foram presos por seguir um secretário.

 

Quanto ao Ponto Final, elege para tema principal da edição a “amamentação: verdades, mentiras e equívocos”. Um médico canadiano, tido como um dos maiores gurus mundiais no campo do aleitamento materno, esteve na RAEM para promover a amamentação. “Universidade de Macau em queda livre” é outro título – a universidade local caiu mais de 100 posições no ranking da Times Higher Education. O reitor defende que a queda se ficou a dever ao facto de a instituição ter avaliado este ano quase o dobro das universidades.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily tem em foco a queda de 7,6 por cento de visitantes que chegaram a Macau em Novembro e acrescenta que houve uma considerável descida, de 17,6 por cento, do número de turistas chineses que entraram no território com visto individual. Noutro destaque, o jornal económico sublinha que, de Janeiro até Novembro, houve uma quebra de 34,7 por cento nos impostos que o Governo recolhe do jogo.

 

Quanto ao Macau Daily Times, titula que “número de turistas da China continua a descer”, em referência aos números oficiais relativos ao mês de Novembro. Outra notícia em destaque neste jornal diz respeito ao acordo entre a Coreia do Sul e Japão sobre as escravas sexuais do tempo da ocupação nipónica.

 

Já o Macau Post Daily conta que “associação defende maior abertura do mercado das telecomunicações”. O jornal publica ainda na primeira página uma fotografia que remete para as violentas tempestades que assolam os Estados Unidos e que já mataram 43 pessoas no país. Noutro título lê-se “polícia porto-riquenho mata a tiro três colegas”.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

Em foco no China Daily está o acordo a que o Japão e a Coreia do Norte chegaram em relação às escravas sexuais do tempo da guerra. Em grande plano também está o plano de emergência colocado em prática no norte da China, onde os transportes e o clima têm causado dificuldades no abastecimento de gás natural.

 

O South China Morning Post dá destaque ao facto de a polícia de Hong Kong ter decidido que vai tornar pública a versão integral dos motins de 1967, depois de ter sido acusada de branquear a história. O matutino reserva também espaço para o acordo entre Seul e Tóquio acerca das escravas sexuais.

 

Por último, o Standard, que tem como notícia principal da edição de hoje a iniciativa de um funcionário público que pediu ao Supremo Tribunal de Hong Kong que o matrimónio com uma pessoa do mesmo sexo contraído no estrangeiro seja reconhecido no território, para que possa usufruir dos benefícios dos cônjuges dos trabalhadores da Administração.