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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (segunda-feira)
Segunda, 14/12/2015

Ainda a polémica em torno do Pearl Horizon, a Lei de Terras e também a Marcha da Caridade nos jornais locais. Em Hong Kong, a imprensa escreve sobre as novas regras da concorrência.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun dá hoje destaque à Marcha da Caridade, organizada pela associação de beneficência dos leitores do jornal. O evento contou com a participação de 40 mil pessoas e a presença de vários membros do Governo.

 

Quanto ao Va Kio, dedica as gordas às declarações do director do Gabinete de Ligação do Governo Central em Macau, que comenta o caso Pearl Horizon e diz que os investidores devem ter confiança no Executivo local.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A Ou Mun Tin Toi tem estado esta manhã a dar voz às dúvidas de Ho Ion Sang – o deputado pergunta ao Governo o que está a ser feito acerca dos preços de importação dos combustíveis. Nota ainda para o valor que a Alibaba pagou pelo jornal South China Morning Post – foram 2,06 milhões de dólares de Hong Kong.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Jornal Tribuna de Macau escreve na manchete que “Lei de Terras divide Governo e deputados”. No destaque com fotografia, a Marcha da Caridade que, nota o matutino, “soma mais recordes”.

 

“Cá se fazem, cá se pagam”, lê-se no Hoje Macau, que adianta que Macau vai ter comité contra a dopagem no desporto. Chamada também à capa para uma entrevista a Christiana Ieong, presidente do Zonta Club de Macau: “Educar contra a violência”.

 

Quanto ao Ponto Final, elege para tema principal da edição o acordo a que se chegou na cimeira do clima: “Entre o aplauso, a esperança e a incerteza”. Noutro destaque, a escritora Maria João Lopo de Carvalho, com o título-citação “Há muitas mulheres que ficaram perdidas nas esquinas da história”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily puxa para a manchete pelo caso complicado do Pearl Horizon. Noutra chamada, a entrevista a Sarah Ho, a neta de Stanley Ho que é designer de jóias.

 

Quanto ao Macau Daily Times, escreve na manchete que a China vai deixar de ter regras tão apertadas em relação à residência nas zonas urbanas. No destaque fotográfico, referência às cerimónias em Macau e na China Continental que assinalaram o massacre de Nanjing.

 

Já o Macau Post Daily cita nas gordas o director do Gabinete de Ligação do Governo Central, que afirma que a Lei das Terras não viola a Lei Básica. Noutro texto, o secretário para a Economia e Finanças – Lionel Leong garante que os casinos não usam Alipay.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

Em foco no China Daily está o acordo do clima alcançado em paris – o representante de Pequim diz que existe ainda margem para melhorias, mas sublinha que foi dado um passo histórico. Outro tema em grande plano: o Supremo Tribunal da China está a ponderar a introdução de serviços em inglês, uma vez que há cada vez mais casos a serem avaliados pela justiça que envolvem cidadãos estrangeiros.

 

O South China Morning Post dá destaque aos avisos deixados pela comissão que regula a concorrência no sector privado em Hong Kong. No destaque fotográfico, a cimeira do clima em Paris e o acordo alcançado: o matutino refere que a fase final do entendimento contou com a presença de negociadores chineses.

 

Por último, o Standard, que tem como notícia principal da edição de hoje a nova lei da concorrência em Hong Kong, que está a gerar uma guerra de preços nos telemóveis, com descidas na ordem dos 20 por cento.