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Taxa de execução do orçamento de 2014 desagrada AL
Terça, 01/12/2015

A assessoria da Assembleia Legislativa (AL) encontrou problemas recorrentes no relatório de execução do orçamento de 2014. Segundo o presidente da 3ª comissão permanente, a baixa taxa de execução do Plano de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração (PIDDA) continua a ser um dos problemas.

 

Depois de uma reunião interna, Cheang Chi Keong ressalvou que o orçamento de 2014 foi executado de acordo com a lei, citando o Comissariado da Auditoria, mas adiantou que no próximo encontro, os membros da comissão irão colocar questões aos representantes do Governo. O deputado mostrou-se preocupado com a baixa execução do orçamento desse ano que, tal como tinha acontecido nos anteriores, “dá a ideia de falta de rigor na elaboração das contas” por parte do Executivo, defendendo, por isso, um orçamento “mais apertado”.

 

“A nossa assessoria apresentou-nos hoje 12 quadros que estão relacionados com alguns desvios, com o reforço da execução orçamental, e diferenças na execução. Houve aumento das despesas, mas a taxa de execução foi baixa. Em contraste, verificou-se 90 milhões de patacas de excedentes (...) os assessores analisaram e foram buscar dados ao relatório do Comissariado da Auditoria para comparar com este. Neste âmbito, existe sempre questões como a baixa execução do PIDDA, que é uma doença normal”, apontou Cheang Chi Keong, em declarações aos jornalistas.

 

O presidente da 3ª comissão também indicou ter pedido aos restantes membros para analisarem os relatórios de execução orçamental dos dois anos anteriores de forma a estarem preparados para a reunião com o Governo, já que, até aqui, foi a 2ª comissão a analisar as propostas de lei de orçamentos, assim como os relatórios de execução. Apesar deste contratempo, Cheang Chi Keong pretende terminar o estudo do relatório relativo ao orçamento de 2014 com brevidade, para que os excedentes possam ser depositados na reserva financeira logo no início do próximo ano.