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Estudo: Competição regional no jogo só em 2019
Terça, 01/12/2015

É demasiado cedo para as operadoras do jogo de Macau se preocuparem com a competição regional, aponta um estudo feito pela UBS Securities Asia, citado hoje pelo site GGRAsia. Os jogadores da China Continental estão pouco interessados em visitarem casinos noutros pontos da Ásia Pacífico além de Macau.

 

A UBS Securities Asia entrevistou 510 jogadores. A consultora acredita que só a partir de 2019 é que o território terá de lidar com a competição regional. Já em relação a Las Vegas, a situação é diferente: os jogadores entrevistados dizem-se atraídos pela hipótese de jogarem em solo norte-americano.

 

Quanto ao segmento VIP, os autores do estudo acreditam que a quota de jogadores da região diminuiu de 84 por cento, em 2011, para 76 por cento, em 2015. A tendência é continuar em queda, com 66 por cento em 2019, um fenómeno que se deve à intervenção dos junkets, que tentam angariar clientes para destinos que não os casinos de Macau.

 

A pesquisa inclui ainda uma previsão sobre o impacto da proibição total de fumo nos casinos: se tal vier mesmo a acontecer, três por cento dos inquiridos dizem que não voltarão ao território; seis por cento indicam que vão diminuir o número de visitas. Quase 21 por cento dos entrevistados acreditam que um ambiente sem tabaco terá um impacto fraco no tempo que vão passar nas mesas de apostas. Apenas seis por cento elogiam a medida.

 

Quanto aos novos casinos de Macau, parecem ser um factor de atracção para o mercado de massa de apostadores da China: 56 por cento admitem que vão visitar Macau com mais frequência por causa dos novos espaços. O Studio City desperta mais curiosidade do que a segunda fase do Galaxy e existe também interesse no Parisian, que ainda está em construção.

 

O estudo foi levado a cabo em Outubro. Os entrevistados gastaram uma média de 12 mil yuan em fichas de jogo em cada viagem que fizeram a Macau. São jogadores que visitam o território mais de duas vezes por ano e passam por mais de um casino.