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Paulina critica Segunda Instância no caso Raymond Tam
Sábado, 28/11/2015

Paulina Santos criticou hoje a decisão do tribunal que pôs fim ao processo de raymond tam, relacionado com a polémica em torno das sepulturas perpétuas do cemitério de São Miguel Arcanjo.

 

Foi na quinta-feira que o Tribunal de Segunda Instância confirmou a decisão do Tribunal Judicial de Base, que tinha absolvido os quatro arguidos, determinando a improcedência do recurso apresentado pla assistente Paulina Santos.

 

Raymond Tam, antigo presidente do Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais, o vice-presidente, o chefe do Departamento dos Serviços de Ambiente e Licenciamento, e um ajudante encarregado tinham sido acusados do crime de prevaricação, pela demora na entrega de documentos ao Ministério Público sobre as dez campas perpétuas.

 

Num comunicado, hoje, Paulina Santos refere que os fundamentos e as provas documentais “não foram apreciados e não foram transcritos” pela Segunda Instância.

 

A advogada, que foi assistente no processo, diz ainda que vai tomar as “providências adequadas” face a declarações à imprensa do advogado de defesa de Raymond Tam, Álvaro Rodrigues, mas não concretizou quais.