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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (sexta-feira)
Sexta, 06/11/2015

O caso de Lai Man Wa e a visita de Xi Jinping ao Vietname – são alguns dos assuntos abordados pelos jornais desta sexta-feira.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun dedica a primeira página ao funeral de Lai Man Wa, directora-geral dos Serviços de Alfândega. O jornal faz referência à mensagem deixada pelo secretário para a Segurança.

 

Já o Va Kio prefere reservar as parangonas para a Parada Latina, que se realiza a 6 de Dezembro. Em foco também o alerta deixado pelo Gabinete de Gestão de Crises do Turismo acerca das viagens para as Maldivas.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A Ou Mun Tin Toi tem estado esta manhã a dar conta das declarações do responsável pelo Centro de Prevenção e Controlo da Doença. Entre outros assuntos, Lam Cheong esteve no programa de debate da emissora e falou do relatório da Organização Mundial de Saúde sobre os enchidos e carne vermelha.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Jornal Tribuna de Macau escreve na manchete “Expatriados sentem falta do ‘sentimento’ de comunidade”. No destaque fotográfico, o 13º concurso de eloquência da Universidade de Macau: “Português com ‘vista’ para o futuro”.

 

O Hoje Macau dá destaque ao pedido da Novo Macau, que quer uma investigação aprofundada das causas da morte de Lai Man Wa: “Dúvidas metódicas”. O jornal chama à capa uma entrevista ao académico Roy Enric Xavier, com o título “Os activos da cultura”.

 

Quanto ao Ponto Final, elege para tema principal da edição a nova cinemateca de Macau: “Uma máquina de filmes e de sonhos”. O jornal reserva também espaço para o novo Guia Michelin, com o título: “A apologia dos sabores da rua”.

 

Porque hoje é sexta-feira, está nas bancas O Clarim, que dedica a manchete ao Médio Oriente: “Coragem de paz”, indicam as gordas. “Papa intercede pela Terra Santa”. O semanário católico publica nesta edição uma entrevista ao violinista Carlos Damas, que diz que o “Festival Internacional de Música interessa a Portugal”.

 

“Seta apontada a África”, lê-se no Plataforma Macau, acerca das explicações do economista Carlos Oya sobre a deslocalização que a China vai fazer da produção de baixa tecnologia e mão-de-obra intensiva. Noutro título, os preços da habitação em Macau: “Casa de sonho”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily conta que 150 empresas fecharam as portas no terceiro trimestre deste ano. Noutro destaque, a EDP Energia admite vir a apostar no mercado de energia solar. A eléctrica portuguesa tem também um acordo com uma empresa de Hong Kong do sector.

 

Quanto ao Macau Daily Times, dá conta de que caiu o tecto de um velho pátio na zona histórica da cidade: o Instituto Cultural não foi a tempo de evitar a derrocada, escreve o jornal. Em rodapé, o matutino recupera ainda a notícia das cerimónias fúnebres de Lai Man Wa, directora-geral dos Serviços de Âlfandega.

 

Já o Macau Post Daily ocupa metade da capa com as queixas de um grupo de moradores da Ilha Verde que questiona os preços do gás e do petróleo importados. Em destaque também um professor da Universidade de Tsinghua, que ontem defendeu em Macau o sistema dos três métodos de escolha de deputados em vigor no território.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily olha com atenção para a visita do Presidente chinês ao Vietname, com o título “Negociação é a ‘abordagem certa”. Em foco ainda o facto de a China ter ultrapassado o Canadá e ter passado a ser, pela primeira vez, o principal parceiro de negócios dos Estados Unidos.

 

O South China Morning Post dá destaque também à visita de Xi Jinping ao Vietname, para reforçar “laços marítimos e militares”. O jornal publica também na primeira página um texto sobre as declarações de Ma Ying-jeou acerca do encontro deste sábado com o Presidente chinês. O líder de Taiwan entende que se trata de “colocar uma pedra basilar para construir uma ponte”.

 

Por último, o Standard, que tem como assunto principal da edição de hoje os restaurantes de Hong Kong e as pequenas bancas de comida que entraram para o conceituado Guia Michelin, que este ano criou uma nova categoria onde cabe a chamada “comida de rua”.