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MIF: AJEPC recomenda “muito trabalho de casa”
Sexta, 23/10/2015

A participação das empresas na Feira Internacional de Macau (MIF, na sigla inglesa) não se pode resumir à presença no pavilhão da exposição e deve passar, antes, pelos contactos nos vários eventos paralelos, considera Alberto Carvalho Neto, presidente da Associação de Jovens Empresários Portugal-China (AJEPC).

 

Em declarações à Rádio Macau, Carvalho Neto afirmou que “se pensarmos que a MIF deve ser vista a médio e longo prazo, não é o facto de estarmos no pavilhão que vamos fazer negócios. Temos que fazer muito trabalho de casa e muitas vezes são os eventos paralelos em que a gente consegue ter alguns resultados”.

 

A Feira Internacional de Macau decorre no Venetian até ao próximo domingo.

 

Nesta vigésima edição há mais de 150 expositores do universo de países de língua portuguesa, a maioria proveniente de Portugal.

 

Uma das novidades deste ano é a presença na Feira Internacional de Macau de serviços dos países de língua portuguesa, além dos tradicionais produtos. Carvalho Neto explicou a importância de alargar o leque da oferta: “O sector agro-alimentar é sempre bom porque conseguimos exportar culturas e conhecimento e suscitar a curiosidade no lado chinês para nos visitarem. Este ano conseguimos trazer serviços, empresas de tecnologias e de logística, o que é importantíssmo para nos apoiar na exportação. Temos gente ligada à área financeira, para percebermos como exportar com segurança”.