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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (sexta-feira)
Sexta, 23/10/2015

A desactualização de regulamentos do Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais e dos Serviços para os Assuntos de Tráfego é um dos assuntos principais dos jornais de Macau, que dão conta ainda da entrada em funcionamento da aplicação Uber. A imprensa de Hong Kong acompanha a visita de Xi Jinping ao Reino Unido e a nova polémica em torno das agências de viagens.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun publica na capa uma fotografia de um mercado, em referência ao relatório do Comissariado contra a Corrupção sobre a desactualização de alguns regulamentos do Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais.

 

O Va Kio opta por escrever na manchete sobre o caso do boato lançado por um empreiteiro acerca da renovação de uma concessão provisória para a construção de habitação pública.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A Ou Mun Tin Toi tem estado esta manhã a dar conta da data de apresentação das Linhas de Acção Governativa para 2016: Chui Sai On vai à Assembleia Legislativa a 17 de Novembro e regressa no dia seguinte para a sessão de perguntas e respostas com os deputados. Do alinhamento dos noticiários da emissora faz ainda parte a notícia sobre o relatório do Comissariado contra a Corrupção sobre a desactualização de regulamentos do IACM e dos Serviços para os Assuntos de Tráfego.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Jornal Tribuna de Macau escreve na manchete “IACM e DSAT com normas ‘muitíssimo’ desactualizadas”. No destaque com imagem, “MIF ‘invadida’ pelo espírito lusófono”. Referência ainda para um texto na capa sobre a Uber, que “já está na estrada em Macau”.

 

“Fora de prazo”, lê-se no Hoje Macau, sobre o relatório que aponta que “DSAT e IACM actuam com normas caducadas”. A MIF e as pequenas e médias empresas também estão em grande plano, com o título “Dores de crescimento”.

 

Quanto ao Ponto Final, publica na primeira página uma fotografia de peixes a secar, com o título “Velhos são os trapos”, a propósito da desactualização de alguns regulamentos do Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais. Nota também para a cultura, com a chamada para um texto sobre o fado na cidade.

 

Porque hoje é sexta-feira, é publicado O Clarim: “O Diabo não controla as almas”, lê-se na manchete, esta semana dedicada ao Padre Lawrence Lee, chanceler da diocese de Hong Kong, que fala ao jornal sobre exorcismo. O secretário para a Economia e Finanças também merece destaque na capa, com o título “Palavra de Lionel”.

 

Já o Plataforma Macau ocupa grande parte da primeira página com uma fotografia de Augusto Mateus, antigo ministro da Economia de Portugal: “Discussão virada ao contrário”. Noutros títulos, “MIF lusófona” e “Mão-de-obra precisa-se”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily diz nas gordas que a Uber testa os parâmetros dos táxis. Referência também para a descida dos lucros da Sands e para a visita de Xi Jinping ao Reino Unido.

 

O Macau Daily Times também dedica as gordas à Uber, uma plataforma de serviços lançada agora em Macau. O destaque com fotografia é dedicado ao jogo: o secretário Lionel Leong diz que as receitas do sector vão melhorar em Outubro.

 

A Uber é o tema em foco também no Macau Post Daily: a polícia diz que é ilegal. O jornal escreve ainda na primeira página sobre o novo código de ética adoptado pelo Partido Comunista Chinês.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

Em grande plano no China Daily está a visita do Presidente chinês ao Reino Unido, com o título “Xi sublinha cultura e cooperação”. O jornal reserva espaço também para o primeiro-ministro Li Keqiang, que defende que as reformas financeiras devem continuar a ser feitas.

 

O South China Morning Post dá destaque ao facto de o Reino Unido apoiar a ideia de um acordo de comércio livre entre a China e os Estados Unidos. Com direito a fotografia, ainda a história do visitante da China Continental que morreu depois de ter sido espancado: as autoridades estão a investigar se não fazia parte de um grupo organizado por uma agência de viagens que cobrou um preço demasiado baixo.

 

Este é, de resto, o assunto principal da edição de hoje do Standard, que escreve que as agências de viagens de Hong Kong estão a contornar a proibição das excursões a custo zero. O matutino publica ainda um texto sobre a viúva do turista que morreu depois de ter sido agredido: a mulher pede que seja feita justiça.