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Fixados limites para os preços das habitações económicas
Segunda, 10/10/2011
O Governo fixou os limites dos preços das habitações económicas da Rua da Tranquilidade, no Bairro do Hipódromo. De acordo com o presidente do Instituto de Habitação, Tam Kuong Man, a medida abrange 880 famílias candidatas a uma habitação económica e que, no entender daquele responsável, “vão ser beneficiadas”.

As notificações sobre os limites começam a ser enviadas a partir de amanhã para os candidatos que estão nos primeiros 880 lugares da lista de espera que, até ao final de Setembro, contava com mais de 11 mil candidatos.

Entre o dia 15 deste mês e 22 de Novembro, as pessoas notificadas podem visitar as fracções modelo, tendo depois aproximadamente duas semanas para tratarem da compra. Se não cumprirem esse prazo, são recolocadas no final da lista.

O Instituto de habitação prevê entregar as primeiras habitações em Dezembro.

De acordo com o despacho do Chefe do Executivo, publicado hoje em Boletim Ofical, sobre os valores mínimos e máximos das habitações económicas da Rua da Tranquilidade, no Bairro do Hipódromo, para os apartamentos do tipo T1 , a venda pode variar entre as 565 mil patacas e as 863 mil e 300 patacas. No caso dos apartamentos T2, o preço varia entre as 710 mil patacas e 1 milhão e 90 mil patacas . Já os T3, podem ser negociados entre as 885 mil patacas e o valor máximo de 1 milhão e 405 mil patacas. Por fim, os preços dos T4 podem variar entre 1 milhão e 110 mil patacas e 1 milhão e 680 mil patacas.

Ainda segundo o despacho, estes limites vão ser actualizados semestralmente, tendo por base a evolução do Índice de Preços no Consumidor.

De acordo com as regras da habitação económica, ao fim de 16 anos, o proprietário da fracção pode vendê-la mediante o pagamento de uma compensação ao Governo, sendo que o valor da compensação é definido através de um rácio bonificado que, para a habitação econmica do edifício da Rua da Tranquilidade, é de 50 por cento.

Ainda na conferência de imprensa desta manhã, Tam Kuong Man não quis avançar com a nova data de atribuição de mais habitações económicas. O presidente do Instituto de Habitação também se escusou a comentar os atrasos na atribuição destes apartamentos.