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Menos optimismo no sector exportador
Segunda, 10/10/2011
No sector industrial de Macau, há agora menos optimismo sobre as perspectivas de exportações para os próximos seis meses.

De acordo com a Direcção dos Serviços de Economia, as empresas inquiridas que se mostram optimistas sobre a evolução das exportações diminuiu de 46,8 por cento no trimestre anterior, para 37 por cento no segundo trimestre (com uma decida de 9,8 pontos percentuais).

Apenas 0,005 por cento das empresas inquiridas antecipam um forte aumento e 37 por cento prevêem um ligeiro crescimento nas exportações.

A percentagem das empresas que antecipam uma perspectiva negativa foi igual à registada no trimestre anterior (26,9 por cento), representando, no entanto, um ligeiro acréscimo de 0,8 pontos percentuais quando comparada com o mesmo período de 2010 (26,1 por cento). Quanto às empresas que prevêem “Estagnação”, subiram de 26,1 por cento no trimestre anterior para 35,9 por cento no segundo trimestre. Estes dados, de acordo com os Serviços de Economia, traduzem que as empresas industriais têm “uma perspectiva incerta sobre a evolução das exportações”.

No que se refere à procura por mão-de-obra, 65 por cento das empresas declararam ter insuficiência de trabalhadores.

A carteira de encomendas do sector industrial exportador de Macau subiu no segundo trimestre em relação ao primeiro, mas desceu face há um ano.

De acordo com os Serviços de Economia, em Julho, a duração média mensal da carteira de encomendas foi de 2,53 meses. O sector de “Vestuário e Confecção lidera a duração das carteiras de encomendas, com 3,24 meses.

Em relação aos mercados de destino, Hong Kong, Estados Unidos, China e outros países da Ásia-Pacífico são os que apresentam perspectivas “relativamente favoráveis”. Já o mercado do Japão foi o pior durante dois trimestres consecutivos.