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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (sexta-feira)
Sexta, 16/10/2015

Os resultados finais das eleições portuguesas e a polémica em torno de Macau são um tema obrigatório dos jornais de Macau em língua portuguesa. Em Hong Kong, a acusação de sete polícias no caso da agressão a um activista do Occupy Central – também ele constituído arguido – marca as edições desta sexta-feira.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun ocupa grande parte da capa com as reivindicações dos sucateiros do território, que alegam dificuldades e pedem ajuda ao Governo.

 

O Va Kio faz manchete com o caso do trabalhador do Comissariado contra a Corrupção que pôs ontem fim à vida, ao saltar do Dinasty Plaza.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A Ou Mun Tin Toi tem estado esta manhã a dar conta dos resultados trimestrais da Wynn. Outro assunto em foco: o Instituto Cultural seleccionou quatro projectos de investigação para a atribuição de bolsas de investigação académica.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“Distribuição em duas fases deixa Studio City e Galaxy com igual número de mesas”, escreve o Jornal Tribuna de Macau, que ilustra a primeira página com uma fotografia do Oktoberfest. Noutra chamada, “suspeitas de irregularidades nos votos de Macau reavivam polémicas das legislativas”.

 

“Desequilíbrio estável”, lê-se no Hoje Macau, o título escolhido para “DSAL acusada de falta de isenção a gerir conflitos laborais”. As legislativas também estão na primeira página: “Eleições impugnadas”.

 

As legislativas em Portugal são precisamente o tema principal da edição do Ponto Final: “Coutinho na berma da história”. O jornal conta ainda que o acordo de entrega de infractores entre Portugal e Macau está “em águas de bacalhau”.

 

Porque hoje é sexta-feira, há O Clarim: o semanário católico publica uma entrevista ao conselheiro do Opus Dei para a educação e família em Singapura, que afirma que “Os impérios acabam, mas a Igreja continua”. Noutras chamadas, “Jogo e Materialismo destroem famílias” e “Poluição em Macau é perigo público”. 

 

O Plataforma Macau tem Durão Barroso na capa: "China quer afirmar a sua influência". O semanário bilingue olha ainda com atenção para a "semana especial" dedicada à lsuofonia.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily dedica as gordas aos resultados da Galaxy, sendo que guarda também espaço na capa para o início da sessão legislativa. No topo da página, as declarações do cônsul alemão sobre o escândalo da Volkswagen e o impacto para os negócios em Hong Kong e Macau.

 

Quanto ao Macau Daily Times, traz na manchete uma petição sobre a falta de casas a preços acessíveis. No destaque fotográfico, a Torre Eiffel do Parisian, que começa a ganhar forma.

 

Já o Macau Post Daily dá espaço a um texto sobre as perspectivas das operadoras dos casinos de Macau cotadas em bolsa, com os analistas a considerarem que o pior já passou. Noutro texto, o anúncio de Barack Obama sobre a permanência das tropas norte-americanas no Afeganistão.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

Em foco no China Daily estão os esforços da polícia no combate aos bancos ilegais, para prevenir que os suspeitos de corrupção transfiram dinheiro para o estrangeiro. O jornal oficial refere ainda que Xi Jinping e a mulher vão ser recebidos em Londres por três gerações da família real britânica.

 

O South China Morning Post dá destaque à acusação de oito pessoas no caso da agressão, há um ano, de um activista que participava no Occupy Central: vão responder em tribunal sete polícias e também o manifestante. Noutro texto a merecer estar na primeira página, o facto de os líderes de Pequim estarem a ponderar metas mais significativas para o combate à poluição.

 

O Standard tem também como notícia principal da edição de hoje o caso das agressões ao activista e a dedução de acusação que ontem foi conhecida.