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GAES sem queixas de alunos obrigados a deixar Macau
Segunda, 12/10/2015

O Gabinete de Apoio ao Ensino Superior (GAES) não recebeu queixas de alunos do exterior obrigados a abandonar o território em 24 horas, depois de terminarem os estudos nas instituições locais. Na semana passada, o Ponto Final avançava a notícia, indicando que os estudantes eram considerados logo imigrantes ilegais, caso permaneçam em Macau.

 

“Não temos competências para alargar ou não [o período]. O assunto em questão é se as 24 horas, como a notícia diz, são suficientes ou não. O GAES tem a competência de facilitar a vida dos alunos, então temos – se houver ou não queixas – de estudar isto”, prometeu o director do GAES, Sou Chio Fai.

 

O responsável não se alonga sobre a legalidade da medida, criticada por alguns juristas. No entanto, assegura que todo o tipo de assunto que envolve os alunos não residentes é tratado de forma próxima com os Serviços de Migração.

 

O Ponto Final ouviu histórias de estudantes que concluíram o curso antes da data prevista e não sabiam que o visto de estudante deixava de estar activo. O jornal adiantava ainda que são as próprias instituições de ensino que enviam as listas com os nomes para as autoridades.

 

A Universidade de Macau e a Universidade de Ciência e Tecnologia indicaram que a regra é sempre explicada. Já a Universidade de São José referiu que prepara uma lista com os nomes dos alunos do exterior que têm que sair.

 

As declarações de Sou Chio Fai foram feitas à margem da inauguração das instalações do Instituto de Formação Turística (IFT) no antigo campus da Universidade de Macau, na Taipa. A instituição recebeu os novos espaços há uma semana.

 

De acordo com a directora do IFT, Fanny Vong, a mudança vai ser concluída até ao final do ano.