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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (sexta-feira)
Sexta, 09/10/2015

De um caso de suicídio em Pyongyang à expulsão de licenciados de Macau, passando pela promessa de um maior controlo à imigração ilegal para o território – são alguns dos temas em foco nos jornais desta sexta-feira.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

Tanto o Ou Mun, como o Va Kio destacam hoje na capa as declarações do secretário para a Segurança. Wong Sio Chak esteve ontem em Coloane e no campus da Universidade de Macau, na Ilha da Montanha, e explicou que tem sido feito um reforço do combate aos imigrantes ilegais.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A Ou Mun Tin Toi tem estado a falar precisamente da imigração ilegal e a dar conta ainda das declarações de Wong Sio Chak. Outro tema da manhã informativa: a visita que Alexis Tam está a fazer a várias unidades de saúde do território.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Jornal Tribuna de Macau escreve na manchete que “Santa Casa pode visitar Papa Francisco em 2016”. Na chamada com fotografia, a segurança: “Secretário aperta cerco aos ilegais”.

 

“Anatomia de um suicídio”, lê-se no Hoje Macau, sobre o caso de um funcionário da SJM que estava a trabalhar em Pyongyang. No topo da página, os motoristas, “da universidade para o volante” – “Licenciados para guiar”.

 

Quanto ao Ponto Final, conta na edição desta sexta-feira que “Estudantes têm 24 horas para fazer as malas”. Nota também para a lei sindical, com o título: “Croupiers de todo o mundo, uni-vos”.

 

Porque hoje é sexta-feira, está nas bancas o Plataforma Macau, que tem dois temas em foco: “Macau em contradição” e “Pressão para inovar”, acerca dos desafios ao aperfeiçoamento da produtividade que a China enfrenta”.

 

O semanário católico O Clarim publica uma entrevista ao reitor da Universidade de São José, Peter Stilwell, com o título “Qualidade não se coaduna com compadrios”. No rodapé da primeira página, o governador de Fujian, investigado por corrupção: “Pés de crude”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily olha para o mercado imobiliário japonês e os investimentos que estão a ser feitos por residentes de Macau. Chamada à capa ainda para os resultados de um estudo sobre o comportamento dos jogadores chineses.

 

O Macau Daily Times dá conta das dificuldades com que se deparam as pessoas que se divorciam estando com a autorização de permanência dependente dos cônjuges. Em grande plano também o secretário para a Segurança e os esforços para combater a entrada de imigrantes ilegais no território.

 

Já o Macau Post Daily ocupa grande parte da capa com a investigação que as Nações Unidas vão levar a cabo em torno das doações de Ng Lap Seng a um escritório da organização, no âmbito do escândalo de corrupção que envolve o empresário de Macau e funcionários da ONU. Noutro texto, a confusão que as autoridades canadianas fizeram com uma escola de engenharia francesa que dá pelo nome de ISIS, a sigla em inglês do Estado Islâmico.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

Em foco no China Daily estão as regras do Fundo Monetário Internacional adoptadas agora pela China, que vão “ajudar a aumentar a transparência” das estatísticas nacionais. Com direito a fotografia, as quatro novas áreas da Cidade Proibida que, a partir de amanhã, vão estar abertas ao público pela primeira vez desde que o Museu do Palácio foi criado, há 90 anos.

 

O South China Morning Post dá destaque ao facto de Hong Kong passar a integrar, a partir do próximo ano, o mundo do automobilismo, ao receber nas ruas do território uma prova de Fórmula E. No destaque com imagem, os prémios que o jornal entrega anualmente, com oito distinguidos.

 

Por último, o Standard, que tem como notícia principal da edição de hoje a polémica em torno do local onde vai realizar o jogo de qualificação para o Mundial entre Hong Kong e a China. Já há uma decisão – vai ser em Mong Kok.