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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Quarta-feira)
Quarta, 30/09/2015

A condenação dos moradores do Sin Fong e a limitação dos levantamentos com cartões Union Pay fora da China são temas hoje em foco na imprensa de Macau.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

O Ou Mun dá conta das limitações impostas para levantamentos com cartões da Union Pay fora da China. Agora só podem ser levantados cem mil yuan por ano. Destaque também para mais um incêndio. Foi na Rua Pedro Coutinho. Dezenas de pessoas foram retiradas do local, mas não há registo de feridos.

 

O Va Kio puxa para primeira página as medidas para combater a imigração ilegal na zona do Canal dos Patos. O matutino escreve ainda que o Governo está a estudar as medidas de melhoramento dos trabalhos de reciclagem.

 

Canal Chinês da Rádio Macau

Esta manhã, o canal chinês da Rádio Macau dá destaque à publicação, em Boletim Oficial, do contrato de concessão da Companhia de Corridas de Cavalos de Macau para gerir o Jockey Club por mais dois anos. Esta manhã na Ou Mun Tin Toi falou-se também sobre reciclagem. No programa da manhã, a Associação Comercial de Reciclagem acusa o Executivo de não se interessar pelo sector.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

“A Rússia e o Vaticano estão cada vez mais isolados” diz Alexandre Havard, fundador do Virtuous Leadership Institute ao jornal O Clarim. Em destaque ainda uma entrevista ao maestro Aurelio Porfiri, que fala sobre o estado da cultura em Macau – “Para os amigos, tudo!” lê-se no fundo da primeira página.

 

“Lugar ao sol” lê-se na manchete do Hoje Macau a propósito das eleições legislativas de Portugal. Gilberto Camacho pode substituir Pereira Coutinho, caso este seja eleito. Em foco ainda a condenação dos moradores do Edíficio Sin Fong a uma pena de multa de nove mil patacas. “Tudo está bem quando acaba menos mal”, escreve o matutino.

 

O Jornal Tribuna de Macau puxa para manchete o ‘desaparecimento’ de milhares de eleitores – “Quase metade dos recenseados impedida de votar” é o grande título. Em Macau estariam registados mais de 15 mil eleitores, mas Lisboa diz que estão cerca de oito mil. No destaque fotográfico, o jornal denúncia o “‘Riacho’ de esgotos na Taipa”.

 

O Ponto Final titula “Estoril, histórias mil”. O jornal esteve à conversa com os descendentes de Oseo Acconci – o autor do painel do antigo hotel Estoril. A família espera pelo fim da consulta pública sobre o  futuro do espaço para se pronunciar. Em foco ainda a entrevista a Afonso Cruz, que lança um novo romance – “Pelos caminhos da memória” é a chamada de capa.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

O Business Daily entrega a manchete às novas funções do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau. O IPIM passa, a partir de Novembro, a coordenar o sector das exposições e convenções. O jornal publica ainda um documento da empresa australiana Mcquarie Securites a dar conta de mais uma queda no sector do jogo nos próximos dois anos.

 

O Macau Daily Times puxa para a manchete as limitações aos levantamentos com cartões Union Pay. No fundo da primeira página o destaque vai para os residentes do Edifício Sin Fong condenados por desobediência agravada.

 

O Macau Post Daily escreve também que os sete residentes do Edifício Sin Fong foram considerados culpados. Eram acusados de desobediência agravada. Noutra chamada de capa lê-se “Li Ka Shing diz ter confiança na China”.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

O South China Morning Post avança que o conselho da Universidade de Hong Kong votou contra Johannes Chan. A decisão já foi condenada pelos estudantes. O jornal dá ainda conta da cobrança de uma taxa de utilização do aeroporto. O valor varia entre os 70 e os 180 dólares de Hong Kong.

 

O China Daily o destaque vai para o balanço da visita do presidente Xi Jinping aos Estados Unidos e às Nações Unidas. O jornal conta ainda que foram identificadas áreas prioritárias para desenvolver o sector indústrial nos próximos dez anos.

 

O Standard tem um página dedica à publicidade, mas no canto superior direito escreve que Li Ka Shing responde aos meios de comunicação chineses.