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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Terça-feira)
Terça, 29/09/2015

O incêndio num prédio residencial no Fai Chi Kei, a condenação de sete moradores do Sin Fong Garden e a entrevista ao secretário Wong Sio Chak são alguns dos temas em destaque na imprensa local. Já os jornais de Hong Kong olham para o movimento Occupy Central, um ano depois de ter paralisado a região vizinha.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun coloca na primeira página um incêndio, no Fai Chi Kei. Dois homens sofreram ferimentos ligeiros e dezenas de pessoas foram retiradas do local. O diário destaca ainda as declarações do Chefe do Executivo sobre a gestão das áreas marítimas sob a jurisdição da Região Administrativa Especial de Macau. Chui Sai On diz que o pedido está nas mãos do Governo Central e deve ser aprovado “ainda este ano”.

 

O Va Kio também olha para o incêndio na zona do Fai Chi Kei. Muitas fotos na primeira página do jornal que é ocupada inteiramente por este tema.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

No canal chinês da Rádio Macau, o principal destaque da manhã informativa é um incêndio, na Rua de Pedro Coutinho. Mais um apartamento residencial afectado, mas neste caso não há registo de qualquer ferido. A emissão tem ainda sido preenchida com o processo Sin Fong Garden. Sete moradores, acusados de desobediência agravada nos incidentes do ano passado, foram condenados a pagar uma multa de nove mil patacas. Duas interpelações de deputados estão também em evidência: Chan Meng Kam quer novas estratégias na área dos transportes aéreos para alargar o número de visitantes e Ng Kuok Cheong sugere que o sector de reciclagem esteja mais envolvido na cooperação regional.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Hoje Macau escreve “guerras de papelão” para dar conta da greve no sector da reciclagem. Desde sábado que 150 entidades, que empregam mais de mil pessoas, não estão a trabalhar. O protesto não tem, para já, prazo fixo para terminar e leva a CSR a recolher diariamente mais de 20 toneladas de lixo que não vai ser reciclado. O jornal publica ainda uma entrevista ao compositor e autor Aurelio Porfiri, que está de partida de Macau.

 

O Jornal Tribuna de Macau coloca na primeira página o secretário para a Segurança. “A primeira medida foi contra as infracções dos taxistas”, diz Wong Sio Chak, em entrevista. Pereira Coutinho “frustrado” com “falhas” no processo das legislativas portuguesas é outro tema desta edição.

 

O Ponto Final faz uma pergunta na manchete: “pode uma fotografia mudar o mundo?”. Para Mads Nissen, fotojornalista dinamarquês que venceu o Grande Prémio da World Press Photo, a resposta é “sim”. As fotografias premiadas chegam a Macau a 10 de Outubro. “Não pagamos, não pagamos” lê-se ainda na primeira página, numa referência à Fundação Oriente que garante não ter qualquer dívida para com a Fundação Escola Portuguesa de Macau.

 

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily e o Macau Daily Times não saíram para as bancas. No entanto, ontem, ambos foram publicados.

 

O Macau Post Daily nota que o “Governo delegou na Universidade de Macau o estudo por causa das corridas de galgos”. A falta de consenso entre Estados Unidos e Rússia na crise Síria também está em destaque.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily titula que a China vai criar um fundo de paz no valor de mil milhões de dólares. A iniciativa vai apoiar as Nações Unidas, disse o presidente Xi Jinping, que esteve o ontem na assembleia geral da ONU. O diário oficial chinês aborda ainda o protesto anti-Occupy Central, em Hong Kong. Ontem, cumpriu-se um ano sobre a iniciativa de desobediência civil que o China Daily descreve como “ilegal”.

 

No South China Morning Post, o mesmo tema, mas com o outro lado da barricada. Os organizadores do protesto do ano passado juntaram-se em Admiralty e revelaram os objectivos da próxima batalha: por agora, querem mais envolvimento da comunidade. O jornal noticia ainda que o lucro do sector industrial na China registou, no mês passado, a maior queda anual desde 2011. A descida em Agosto foi de 8,8 por cento.

 

No Standard estão as “reflexões a amarelo”, um ano depois do Occupy Central. A descoberta de água em Marte que leva outra vez à questão sobre a existência de vida no planeta é outro destaque do dia.