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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Quinta-feira)
Quinta, 17/09/2015

O caso Dore, os novos estatutos da Fundação Escola Portuguesa de Macau e as obras do metro ligeiro são alguns temas que marcam a actualidade local. As relações sino-americanas, em vésperas da visita de Xi Jinping aos Estados Unidos, estão em destaque nos jornais em língua inglesa de Hong Kong.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun tem dois principais destaques: o pedido de mais regulação para a medicina estética, por parte da deputada Wong Kit Cheng, e o caso Dore. Ontem, a Polícia Judiciária recebeu mais três denúncias, totalizando agora 30. Os queixosos querem recuperar o dinheiro investido na empresa de junkets. O montante reclamado ascende a 330 milhões de dólares de Hong Kong. O jornal coloca ainda na primeira página que o Governo cumpriu a decisão do tribunal e já pagou a indemnização à TV Cabo no valor de 200 milhões de patacas.

 

No Va Kio há novos desenvolvimentos no caso Dore. A empresa publicou um anúncio e, pela primeira vez, indicou a quantia desviada pela antiga directora financeira: mais de 100 milhões de patacas. O diário aborda ainda o arranque do concurso para a escolha do melhor restaurante de noodles, em Macau.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

Esta manhã, o canal chinês da Radio Macau centra atenções no anúncio da Dore, com a quantia, alegadamente, desviada por uma antiga funcionária. A missão informativa está também a ser feita com a garantia da Direcção dos Serviços de Solos, Obras Públicas e Transportes sobre o projecto de construção da quarta ligação entre Macau e a Taipa, que deve ficar concluído ainda este ano.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Hoje Macau pergunta “será desta que pega de estaca?” na primeira página. A questão é feita porque o Governo garantiu ao jornal que está a acelerar os trabalhos de construção do parque de materiais e oficina do metro ligeiro, na Taipa, depois de ter colocado as devidas estacas no local. O pedido de aumento salarial por parte da Associação dos Trabalhadores da Função Pública de Macau também está em destaque.

 

O Jornal Tribuna de Macau escreve que a Fundação Escola Portuguesa de Macau tem novos estatutos. “Rendas mais baixas fomentam procura de edifícios industriais” é outro título da edição desta quinta-feira.

 

O Ponto Final faz eco das declarações do director dos Serviços Meteorológicos e Geofísicos, Fong Soi Kun, sobre as alterações climáticas, em Macau e Hong Kong. “Alguma coisa tem de ser feita”, diz o responsável. O jornal também nota que a União Internacional dos Engenheiros Operacionais voltou a enviar uma carta à Comissão Central de Disciplina do Partido Comunista Chinês em que pede a Pequim uma “maior regulação” às actividades das empresas de promoção de jogo.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily explica que a Associação para a Protecção da Propriedade Intelectual nos Países de Língua Portuguesa está à procura de chegar a um acordo com a China, de forma a “harmonizar” as diferentes legislações. O jornal financeiro dá ainda conta do aumento das queixas dos investidores da Dore.

O Macau Daily Times faz manchete com o caso da empresa de junkets. Os protestos pró-Governo na Malásia, que levaram a polícia a usar canhões de água, é outro destaque.

 

O Macau Post Daily aborda a falta de regulação nos tratamentos estéticos, em Macau. O alerta foi deixado por um grupo do qual faz parte a deputada Wong Kit Cheng.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

No China Daily lê-se que há um tom positivo em torno da viagem. O ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, diz que a cooperação entre Pequim e Washington vai sair “reforçada”. No destaque fotográfico está um incêndio num edifício com uma creche, em Ningde, na província de Fujian. Apesar do susto, não há registo de vítimas mortais.

 

O South China Morning Post também destaca a relação entre China e Estados Unidos. Na calha está um acordo de investimento e uma maior abertura dos mercados onde estão presentes empresas chinesas e norte-americanas. No diário está ainda a manifestação de apoio ao primeiro-ministro da Malásia, suspeito de desviar dinheiro.

 

Quanto ao Standard olha para a possibilidade de aumento nas taxas de juro, por parte da Reserva Federal dos Estados Unidos.