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FEPM: Roberto Carneiro quer futuro líder residente em Macau
Quinta, 17/09/2015

A Fundação da Escola Portuguesa tem novos estatutos. A Fundação Oriente deixou de ser accionista. A partir de agora são accionistas o Ministério da Educação e a Associação Promotora da Instrução dos Macaenes (APIM). O Governo de Macau, através da Fundação Macau, continua a apoiar financeiramente o estabelecimento de ensino com uma verba de cerca de nove milhões de patacas.

 

Mas a verdadeira localização deve passar pela nomeação de um presidente que resida em Macau. A opinião foi manifestada à Rádio Macau pelo actual líder da fundação Roberto Carneiro que está ligado ao projecto desde o arranque. Carneiro mostra-se disponível para continuar ligado à Escola Portuguesa, mas não tem dúvidas de que deve ser uma personalidade de Macau a assumir a liderança da Escola Portuguesa.

 

Quanto ao futuro, a Escola Portuguesa precisa de obras. Em cima da mesa está a construção de uma terceira ala, onde fica hoje o campo de jogos e o ginásio. Trata-se de uma ala com três ou quarto andares, que permita a construção de um novo e moderno pavilhão, um novo auditório e salas de aulas, e ainda um parque de estacionamento subterrâneo, obra que merece o apoio do Governo de Macau.

 

A chamada ala nova, construída no final da administração portuguesa, também pode crescer em altura. 

 

Roberto Carneiro disse à Rádio Macau que a situação financeira da Escola Portuguesa é boa e que o Ministério da Educação mandou instaurar uma auditoria para definir o montante que a Fundação Oriente deve à Fundação da Escola Portuguesa.

 

Os novos estatutos da Fundação da Escola Portuguesa foram ontem oficializados. OS estatutos têm de ser homolgados pelo Chefe do Executivo e, posteriormente, publicados em Boletim Oficial. O Governo de Macau vai continuar a apoiar o projecto, garantiu ontem o secretário para os Assuntos Sociais e a Cultura, Alexis Tam.