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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Segunda-feira)
Segunda, 14/09/2015

Obras públicas, o caso do roubo avultado por um junket, a economia chinesa e as declarações polémicas deste fim-de-semana em Hong Kong – estes são alguns dos temas que pode encontrar nos jornais que hoje se publicam.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun conta que o túnel de Ka Ho deverá entrar em funcionamento em 2017. Ainda na primeira página, o jornal escreve que mais de duas mil pessoas foram apanhadas ao telemóvel enquanto conduziam nos primeiros sete meses deste ano, um número 13 vezes superior ao registado no mesmo período do ano passado.

 

O Va Kio cita o vice-presidente do Instituto Cultural, Chan Peng Fai, acerca do destino que deve ser dado ao fundo do património cultural. Nota também para uma sessão agendada para o próximo domingo pelos Serviços para os Assuntos Laborais, acerca do salário mínimo para os trabalhadores de limpeza e de segurança dos condomínios.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A Ou Mun Tin Toi tem estado esta manhã a dar conta da sugestão de Chan Meng Kam para os parques de estacionamento: o deputado propõe um programa-piloto para estacionamento automático. A emissora dá voz também ao deputado Si Ka Long, que quer melhorias no sistema de consultas públicas.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Jornal Tribuna de Macau escreve na manchete “Chuva de queixas por roubo a ‘junket’”. No destaque com imagem, o jornal titula “Fundo criterioso” e, noutra chamada à capa, a entrevista a Eva Lou, que afirma que “MICE não pode depender para sempre do Governo”.

 

“O povo aqui tão perto”, lê-se no Hoje Macau, acerca da possibilidade de criação de um conselho consultivo no Consulado de Portugal em Macau. Nota também para uma reportagem sobre ao McDonald’s, com o título “A cama dos pobres”.

 

Quanto ao Ponto Final, elege para tema principal da edição as corridas de galgos: “Uma constelação contra o Canídromo”. O jornal puxa também para a primeira capa pelo tema “mercado de luxo”, com o título “Horas de fazer contas à vida”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

“Deja vu”, escreve o Business Daily, acerca do desaparecimento de dois mil milhões de dólares de Hong Kong que será da responsabilidade de uma promotora de jogo a trabalhar na Wynn. Noutro título, “Efeito dominó” – remete para uma entrevista a José Félix da Ponte.

 

Quanto ao Macau Daily Times, também puxa para manchete pelo “enorme roubo” feito por um junket, que deu origem a um protesto. No destaque fotográfico, “a forte competição durante evento de rugby em Hac Sa”.

 

Já o Macau Post Daily ocupa grande parte da primeira página com as reivindicações de uma federação – a Gung Luen – que quer melhores cargos nos casinos só para os residentes. Noutra notícia na capa, Moçambique e Afonso Dhlakama, que escapou ileso de um ataque.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

Em foco no China Daily está a nova fase da reforma das empresas estatais do país. Noutro título, a possibilidade de haver mais medidas de apoio ao crescimento da economia chinesa, depois do abrandamento registado no mês passado.

 

O South China Morning Post dá destaque às declarações polémicas do chefe do Gabinete de Ligação a Pequim sobre qual dos poderes manda mais. O secretário para a Justiça alerta que é preciso olhar para a Lei Básica de ambas as perspectivas. Noutro título, o jornal antecipa a visita de Xi Jinping aos Estados Unidos, ao escrever “Ciber-negociações sino-americanas para aliviar tensão”.

 

Por último, o Standard, que tem como notícia principal da edição de hoje as preocupações do sector hoteleiro em Hong Kong: perspectiva-se uma semana dourada complicada, com menos turistas do Continente, uma vez que o dólar de Hong Kong está mais forte do que o yuan. Outro tema: a detenção de um jovem alemão de 23 anos que roubou uma câmara de televisão no valor de 700 mil dólares de Hong Kong, um acto que foi filmado.