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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Quinta-feira)
Quinta, 10/09/2015

A imprensa local sai para as bancas com dois temas em grande destaque: o caso de atropelamento de um idoso por um autocarro e o pedido da Associação Novo Macau para haver uma clarificação do acordo de extradição que o Governo está a negociar com Hong Kong. Já na região vizinha, os diários dão o maior espaço às palavras do primeiro-ministro chinês sobre a estabilidade do mercado financeiro.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun destaca o caso de atropelamento de um idoso por um autocarro. Suspeita-se que foi a vítima quem ignorou o semáforo, tendo causado o acidente. O homem está hospitalizado, refere ainda o jornal. Noutro título, o matutino acompanha o caso de homicídio de uma dona de casa: “marido, diagnosticado com uma depressão severa, terá usado uma alça de uma mala para estrangular a esposa”.

 

O Va Kio foca este mesmo caso na primeira. Outro tema diz respeito ao curso de assistente de gestor de instalações que vai ser lançado no último trimestre deste ano e é co-organizado por Macau e Guangdong.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

Esta manhã, a Ou Mun Tin Toi noticia que a inflação na China fixou-se nos 2 por cento, no mês passado, o que representa um aumento de 0,4 pontos percentuais em relação a Julho.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“Diabo atrás da porta” é a manchete do Hoje Macau a propósito do pedido da Associação Novo Macau para que a Secretária para a Administração e Justiça faça luz sobre os contornos do acordo de extradição entre Macau e Hong Kong, a ser assinado ainda este ano. Em grande plano na primeira está ainda a “mortalidade infantil”.  

 

Jornal Tribuna de Macau titula “Hengqin planeia centro estratégico para países lusófonos”. No destaque fotográfico lê-se que “hotéis de luxo resistem à queda de preços”. Numa das chamadas de primeira, o JTM escreve ainda que Stanley Au, assessor do Conselho para o Desenvolvimento Económico da RAEM, prevê que a taxa de desemprego em Macau poderá aumentar para va­lores entre 2 a 3 por cento.

 

O tema da extradição também tem direito a parangonas no Ponto Final. “Extradição preto no branco” lê-se, com o jornal a explicar que a Associação Novo Macau “não gosta do secretismo” com que Macau e Hong Kong estão a negociar um acordo bilateral. Honras na primeira ainda para a vinda ao território de Carla Félix, cabeça de lista do Livre/Tempo de Avançar, que cresceu em Macau e candidata-se agora a um lugar na Assembleia da República pelo círculo “Fora da Europa”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

No Business Daily a manchete refere-se às expectativas das operadoras de autocarros em conseguir concessões públicas. O diário diz que a Transmac espera assinar a revisão com o Governo em Janeiro, tornando-se na última das três operadoras de autocarros a converter o contrato para a prestação de serviços para um formato de concessão pública. O jornal económico dá ainda conta do aumento dos lucros da Auto Italia para 6,5 milhões de dólares de Hong Kong.

 

“Digressão de Bon Jovi na China reduzida a Macau” titula o Macau Daily Times, na sequência dos cancelamentos dos concertos em Xangai e Pequim. “Governo desafiado a clarificar acordo de extradição com Hong Kong” – um pedido feito pela Associação Novo Macau.

 

O Macau Post realça nesta edição que um homem de 77 anos perdeu as duas pernas na sequência de um atropelamento por um autocarro da Nova Era.  O jornal vira ainda atenções para a Apple que revelou o Ipad Pro, que chega aos mercados com um ecrã maior do que os antecessores.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily coloca em grande destaque o primeiro-ministro chinês que, escreve o jornal, “prevê um mercado financeiro estável e saudável”. Na primeira do jornal oficial chinês, são ainda publicadas fotografias de uma repórter de imagem de uma televisão húngara a rasteirar um homem que fugia com o filho ao colo de um campo de refugiados. Esta e outras acções do género valeram-lhe o despedimento.

 

O South China Morning Post também dedica a manchete ao primeiro-ministro chinês: “Li tenta acalmar receios de uma guerra internacional de divisas”. No arranque do Fórum Económico Mundial, Li Keqiang afirmou que Pequim vai manter o yuan estável e afastou o cenário de mais desvalorizações da moeda. Noutro título, o South China revela que a Netflix prepara ligação ao denso mercado de Hong Kong.

 

O Standard diz que os patrões do futebol de Hong Kong estão a fazer pressão para que o segundo jogo com a China, de qualificação para o Mundial, se realize  no estádio de Hong Kong. Os empresários acreditam que este Hong Kong-China vai atrair uma grande multidão de adeptos.