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21 de Setembro 2018: às 12h30, o BNU negociava 1 euro por 9.5540 patacas e 1.1783 dólares norte-americanos.

Rádio Macau Entrevista - Arquitecto Carlos Marreiros
Sábado ao meio-dia, Segunda-feira às 10h30 e também nas plataformas digitais da TDM
Sábado, 22/09/2018
Convidado do Rádio Macau Entrevista, Carlos Marreiros faz um balanço positivo da actuação do secretário para os Transportes e Obras Públicas, mas diz que falta uma ideia para a cidade. "O engenheiro Raimundo do Rosário é o homem certo, no lugar certo, no tempo errado. Este é que é o problema. Ele julgou conseguir sanar toda a herança muito torpe, muito incompetente, muito incapaz do seu antecessor. Não o conseguiu resolver num ano totalmente, está a resolver problemas, apaga fogos, mas falta-lhe uma equipa para o ajudar a pensar na cidade. Não há ainda uma ideia para a cidade", declara Carlos Marreiros. Em relação à proposta da DSAT de tirar estacionamento das ruas, para permitir o alargamento das vias da cidade, Carlos Marreiros diz que é uma boa intenção, mas não pode ser concretizada pois há falta de estacionamento. "A intenção é boa, mas como? Não há uma actuação holística. Por exemplo, a questão do trânsito em Macau nunca foi encarada holísticamente. (...) Já no tempo do secretário que está a passar férias em Coloane a ver o sol aos quadradinhos que nós propusemos os chamados sistemas automatizados, que normalmente ocupam 40 por cento do volume de um parque de estacionamento convencional", aponta. A entrevista com Carlos Marreiros repete segunda-feira, às 10h30 horas. André Jegundo
Sábado, 22/09/2018
É urgente encontrar uma solução para o problema das cheias em Macau, defende o arquitecto Carlos Marreiros. Convidado do Rádio Macau Entrevista, que vai para o ar, hoje, ao meio-dia, Marreiros reconhece que houve capacidade de resposta ao tufão Mangkhut, que atingiu Macau no passado fim-de-semana com inundações até 1,9 metros, mas entende que faltam soluções definitivas para os problemas que persistem: “é urgente [agir], porque Macau, como cidade, é um corpo enfermo. É uma cidade próspera, bonita, limpa, airosa, muito visitada, mas há partes completamente enfermas. Portanto, não é só com soluções analgésicas. Há problemas que exigem soluções radicais. Temos de ter coragem de, enquanto decisores, fazer concursos internacionais e ir à procura do melhor especialista do mundo em relação às cheias”. Nesta entrevista, Carlos Marreiros denuncia que entre os dirigentes há falta de liderança e receio de tomar decisões: “há medo de decidir e também alguma falta de liderança, porque quem dirige tem que ousar, avançar com soluções concretas. Se é citar o artigo tal para criar situações de empate, ou mesmo situações dilemáticas, não dá. Não há, muitas vezes, articulação entre os vários serviços para que as coisas possam andar bem. Há esforços. As Obras Públicas têm feito um esforço para cumprir as coisas em menos tempo, é preciso reconhecê-lo, mas depois há projectos que, quando são um pouco mais complexos, demoram uma eternidade”. A entrevista com Carlos Marreiros vai para o ar, hoje, ao meio-dia e na segunda-feira às 10h30, ficando ainda disponível em permanência na página da Rádio Macau na internet. Hugo Pinto
Sexta, 21/09/2018
As receitas globais dos estabelecimentos industriais de Macau cifraram-se em 11,54 mil milhões de patacas em 2017. Trata-se de uma subida de 12,1 por cento relativamente a 2016. Os dados são da Direcção dos Serviços de Estatística e Censos. O valor acrescentado bruto, que indica o contributo do sector na economia, fixou-se em 5,45 mil milhões de patacas, mais 11,9 por cento em termos anuais. O excedente bruto do sector, que equivale às receitas globais menos o consumo intermédio e as despesas com pessoal, alcançou 3,25 mil milhões de patacas. Também aqui cresceu em termos anuais: 15,6 por cento. Em 2017 estavam em actividade 932 estabelecimentos industriais, mais 50 em relação a 2016. João Picanço