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19 de Julho de 2018: às 12h30, o BNU negociava 1 euro por 9.4792 patacas e 1.1650 dólares norte-americanos.

Hoje, 19/07/2018
Entre Janeiro e Junho, as contas públicas apresentam 64,37 mil milhões de patacas. Segundo os dados dos Serviços de Finanças, trata-se de um aumento anual de 17,1 por cento. A taxa de execução é de 61,1 por cento. A informação agora publicada indica ainda uma receita em impostos directos sobre o jogo de 53,78 mil milhões. Face ao ano passado, a subida é de 18,9 por cento. Nos primeiros seis meses do ano a Administração gastou 33,85 mil milhões de patacas, ou seja, menos 2,6 por cento. A taxa de execução é de 34,5 por cento. Com o PIDDA - Plano de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração – foram gastos 7,91 mil milhões de patacas. Face aos primeiros seis meses do ano passado é uma subida anual de 29,5 por cento. No final de Junho, as contas públicas apresentavam um saldo positivo de 30,52 mil milhões de patacas. A taxa de execução é de 440 por cento: para este ano o Governo estimava um saldo de cerca de sete mil milhões. Face a Junho do ano passado houve um aumento de 50 por cento. Marta Melo
Hoje, 19/07/2018
Em vésperas de terminar a concessão das corridas de cães no Canídromo, o IACM recusou a proposta feita hoje pela Yat Yuen. A notícia foi avançada, esta noite, pelo Canal Macau da TDM Na prática, esta decisão coloca o destino dos galgos nas mãos do Governo. A proposta da Yat Yuen avançava duas opções - aceitar a saída do Canídromo mas entregar todos os cães ao cuidado da Inspecção de Jogos, ou, abandonar as instalações pagando ao Governo a quantia de mil patacas por cada animal que ficaria à guarda do Instituto dos Assuntos Cívicos e Municipais. O proposta foi enviada à Inspecção de Jogos pelos advogados da Yat Yuen, mas já está na posse do IACM que não aceita as novas condições. Perante novo impasse, a única saída que resta à Yat Yuen é abandonar o Canídromo esta sexta-feira, assumindo o IACM o destino dos galgos – uma opção que deverá contar com o apoio das associações de defesa dos direitos dos animais. Carlos Picassinos com Canal Macau
Hoje, 19/07/2018
A poluição das águas marítimas “é um problema” por resolver no plano de aproveitamento da costa de Macau, admite Mi Jian, coordenador do Gabinete de Estudos das Políticas. O programa de gestão da orla marítima deverá ser aprovado pelo Governo Central nos próximos meses. “Todos os cidadãos têm direito a usufruir da paisagem marítima. Só que a qualidade da água é um problema e, actualmente, não temos soluções. A água vem do Rio Leste e a qualidade é muito má. Por isso estamos à procura de soluções”, disse, esta tarde, Mi Jian, quando questionado na Assembleia Legislativa sobre o planeamento da costa. O coordenador adiantou, no entanto, que a praia de Hac Sa está fora do plano de intervenção: “Não nos atrevemos a tocar... Seremos muito criticados se houver problemas”. Mi Jian garante, de resto, que toda a costa de Coloane será preservada: “Há aspectos em que não podemos mexer. Por exemplo, Coloane. A orla costeira é muito bonita, é a nossa riqueza”. Em relação ao Porto Interior, o plano sofreu alterações na sequência do tufão Hato e das novas obras contra inundações pensadas para o local. Não foram adiantados detalhes sobre o programa. Mi Jian disse que o Chefe do Executivo já apresentou o plano ao Governo Central no início do ano. A resposta deverá ser conhecida dentro de dois meses. Sónia Nunes